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Meus sonhos Meus sonhos não morrem. São parte de mim. escutando, na alma, um acalanto de espera, antecipando o futuro, com sabor de presente a correnteza caudalosa que me impulsiona para a vida, a relva macia em que repousa o meu cansaço. florescem e produzem os frutos que alimentam a minha história.
não conseguem eclodir para o real. adoçar com mel o amargor dos combates perdidos, repousar o cansaço da alma inquieta.
aridez da vida apresenta o seu cartão de visita. para que abençoem outras vidas. um brilho de lágrima, um aceno de adeus...
suavemente, com as últimas luzes de um pôr-de-sol. (Lêda Mello)
Escrito por carol às 11h17 [] [envie esta mensagem] |